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Comprar casas em planta: vantagens e riscos da nova tendência de mercado

Especialistas explicam porquê

A compra de imóveis em planta é uma opção cada vez mais popular entre grandes e pequenos investidores, num momento em que há falta de oferta de casas disponíveis. A tendência não é nova, mas ganhou asas nos últimos anos com os projetos residenciais de obra nova e reabilitação que têm vindo a chegar ao mercado. A escassez de produto é uma das principais alavancas desta “moda”, que permite aos potenciais compradores posicionarem-se antecipadamente na aquisição de um determinado ativo. Há vantagens, mas também há riscos associados. O idealista/news consultou vários especialistas em imobiliário para ajudarem a explicar este fenómeno.

As opiniões sobre o reforçar da tendência são unânimes. Ana Gomes, Diretora de Promoção e Reabilitação Urbana na Cushman & Wakefield (C&W), Nuno Esteves, Associate – Investment Development, da Savills Portugal, e Gonçalo Santos, Head of Development da JLL, apontam a escassez de oferta como grande motor deste “movimento” de mercado. Oaumento exponencial da procura, referem, tem colocado pressão no mercado comprador, “disposto a assumir o risco e criar uma situação de compromisso à priori antes mesmo do imóvel reunir condições para poder ser alienado”, nas palavras de Nuno Esteves.

No caso da habitação, segundo Ana Gomes, esta possibilidade permite garantir uma posição num projeto considerado apetecível, e ainda “comprar a um preço com desconto, com probabilidade de valorização mais elevada, uma maior personalização da casa e seleção da fração que mais agrada em termos de exposição solar, andar, layout, áreas e estacionamento”.

Vantagens para quem compra e quem vende

Para o promotor, a venda em planta diminui o risco de colocação do produto final, “bem como os fluxos positivos de capital numa fase inicial do projeto, muitas vezes auto-financiando parte ou o total do custo de construção”, na opinião de Gonçalo Santos. Para o comprador “a garantia de conseguir o imóvel desejado no futuro, a potencial valorização durante o ciclo de produção e a possibilidade de introduzir alguma personalização no imóvel”, são os principais pontos positivos.

Ana Gomes assume que para quem compra há a vantagem de garantir uma posição num produto o mais cedo possível e, muitas vezes, por um preço com desconto, concordando que para quem vende será uma oportunidade de garantir a entrada de receitas numa fase muito inicial do arranque do projeto, reduzindo risco e melhorando fluxos de caixa.

Riscos para quem compra e quem vende

“O risco de quem adquire neste formato é relativamente baixo, uma vez que a concretização do processo aquisitivo do bem estará sempre condicionada à emissão da licença de utilização. No entanto, há a considerar riscos como o timing de execução do projeto ser distinto do inicialmente previsto ou alterações das condições de crédito à data de execução da aquisição”, refere Nuno Esteves, acrescentando que para o vendedor os riscos estão maioritariamente associados ao “time-to-market” do projeto e em consequência “poder dar lugar a indemnizações por incumprimento do pré-estabelecido em sede de contrato promessa de compra e venda”.

Mais uma vez, os especialistas mantêm-se alinhados. Gonçalo Santos e Ana Gomes consideram que o principal risco para promotores prende-se com a possibilidade de não se cumprirem as datas de entrega (ou seja, a obra não ser acabada por falta de financiamento ou por insolvência), sendo que para o comprador, os riscos são a dilação da data de entrega do imóvel, a execução com menor qualidade do que expectável e, num caso mais extremo, “a incapacidade de execução do promotor gerar uma situação de incumprimento e litígio, com risco para o capital pago até à data”, nas palavras do representante da JLL.

Para quem vende, acrescenta a porta-voz da C&W, há ainda o risco de se perderem potenciais receitas se o mercado melhorar e os preços subirem durante o período de promoção.

A banca está disponível para financiar estas compras?

“Normalmente, a banca está disponível para financiar logo que seja possível registar uma hipoteca sobre o imóvel, remetendo o financiamento, na maioria dos casos, para o momento da escritura ou do contrato definitivo. Logo, a venda em planta tem como característica a necessidade de aportação de capitais próprios numa fase inicial do processo de aquisição”, explica Gonçalo Santos.

Ana Gomes avança que, neste momento, a banca está disponível para financiar estas compras, e que cada vez mais bancos disponibilizam opções para compra de casa em planta “até com adiantamento incluído”, permitindo o pagamento apenas dos juros correspondentes aos montantes em dívida durante o período de adiantamento.

Blue Acres® Portugal sugere consideração a este artigo, na Costa de PrataOeste de Portugal. A Silver Coast, famosa pelas praias de PenicheBaleal, Foz do Arelho, entre outras, conhecidas pela prática de desportos como surfkitesurfwindsurfjet ski e ainda as actividades de mergulhopesca desportivapesca submarina, etc. A acrescentar, o belíssimo arquipélago das Ilhas BerlengasEstelas e Farilhões que, desde 30 de Junho de 2011 foi considerada Reserva Mundial da Biosfera pela UNESCO, tornando-se Reserva Natural das Berlengas. Também de salientar a beleza pré-histórica do Castelo de Óbidos, a dinâmica diária do mercado da “Praça da Fruta” de Caldas da Rainha e a Lagoa de Óbidos, influente e marcante na ecologia local. Lembre-se que a Blue Acres®Portugal media a compra e venda de propriedades nesta região. Moradiasapartamentosterrenosprédios, etc. Caso o imóvel que procura não se encontre listado neste site, não hesite em contactar-nos: T. 917 440 326 | info@blueacres.pt

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A Lei de Bases da Habitação tem valor reforçado ou superior às leis ordinárias?

Esta questão tem efeitos no dia-a-dia do mercado imobiliário, desde senhorios, a arrendatários e bancos.

Qual é, afinal, a força vinculativa dos preceitos da Lei de Bases da Habitação para os intervenientes no dia a dia do mercado imobiliário, como os senhorios, arrendatários ou os bancos? Esta semana o consultório jurídico irá debruçar-se sobre este temaque tem suscitado várias questões.

Consultório Jurídico de Imobiliário do idealista/news é assegurado pela Sociedade de Advogados BAS, tendo o presente texto sido redigido na sequência de questões colocadas pelos leitores. 

Envia a tua questão por email para: redaccao@idealista.com*. Este consultório não tem capacidade para responder individualmente a todas as questões que nos chegam, mas assumimos o compromisso de responder ao máximo, selecionando e agrupando as mesmas por temas**. 

De entre as questões remetidas ao Consultório Jurídico, apesar de serem todas elas diferentes, partilham entre si um aspeto comum e que se poderá resumir a uma questão: Afinal, qual é a força vinculativa da Lei de Bases da Habitação

Em primeiro lugar e antes de avançarmos na análise à questão identificada, importa referir que a Lei de Bases de Habitação surge num contexto muito particular, isto é: com o mercado imobiliário em alta, principalmente nas cidades de Lisboa e Porto em muito devido pelo crescimento da procura turística destas duas cidades; com a proliferação de novos meios digitais que intermedeiam o mercado do short-renting, como o Airbnb; e com a crescente tensão entre os direitos dos senhorios e os direitos dos arrendatários. 

A questão então, qual é afinal?!

Quanto à questão propriamente dita, a verdade é que a Lei de Bases da Habitação, enquanto tal, isto é, como Lei de Bases, sobrepõe-se ou, tem valor superior, às leis ordinárias, nos termos da Constituição. 

Num primeiro cenário a afirmação atrás parece causar estranheza, principalmente depois de ler algumas das normas da Lei de Bases da Habitação, como por exemplo aquela que passamos a transcrever: “É admitida a dação em cumprimento da dívida (leia-se, normalmente, o imóvel hipotecado), extinguindo as obrigações do devedor independentemente do valor atribuído ao imóvel para esse efeito, desde que tal esteja contratualmente estabelecido, cabendo à instituição de crédito prestar essa informação antes da celebração do contrato.” (artigo 47.º, n.º 3) – sublinhado nosso. 

Questiona-se neste momento o leitor mais perspicaz com aquilo que dissemos há instantes. Como poderá ser considerada esta norma vinculativa ou apresentar valor reforçado ou superior às leis ordinárias, se apenas estabelece a possibilidade de estipulação, nos empréstimos bancários, da possibilidade de extinção das obrigações decorrentes do crédito com a entrega do imóvel a favor do Banco? 

Pois bem, sucede que a resposta terá de ser dada por referência ao destinatário expressamente identificado pela própria Lei de Bases da Habitação, que é precisamente o próprio Estado, nos termos do artigo 1.º. A Lei de Bases limita-se a fixar uma série de orientações programáticas tendentes à efetivação de um direito social constitucionalmente protegido que é o direito à habitação. 

Caberá então ao Estado, através e em conformidade com a Lei de Bases da Habitação, criar condições por meio da regulamentação, da intervenção social e daquelas que serão as grandes opções políticas subsequentes assegurar, em maior ou menor medida, as diretrizes gizadas por esta Lei.  

Assim, cabe a este Consultório concluir, em abstrato, pela força não-vinculativa dos preceitos da Lei de Bases para os intervenientes no dia a dia do mercado imobiliário, nomeadamente, os senhorios, os arrendatários, os bancos, em suma, os particulares. 

É apenas e só com este espírito que a Lei de Bases da Habitação deverá ser lida, sob pena de uma confusão generalizada.

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Quanto vale uma Árvore

Uma Árvore pela Floresta 2019

Os CTT e a QUERCUS voltam, pelo sexto ano consecutivo, a ser parceiros na iniciativa “Uma Árvore pela Floresta”. Esta parceria, que vai na sexta edição, permite florestar com espécies autóctones diversas Áreas Protegidas e Matas Nacionais do nosso País, em particular as zonas mais afetadas pelos incêndios.

Na edição de 2019 estará à venda um kit, um medronheiro, por 3,50 €, que pode ser adquirido em 400 Lojas CTT espalhadas por todo o País.e na Loja Online em www.ctt.pt , com portes grátis para território nacional.

Os kits vendidos são convertidos em árvores e arbustos de espécies autóctones, que serão plantadas em Áreas Protegidas e Zonas Classificadas do território nacional na primavera de 2020. Desde o início do projeto já foram plantadas cerca de 90 mil árvores.

Para plantar uma árvore basta comprar um kit “Vale Uma Árvore” numa Loja CTT, ou em  CTT.pt. Registe em seguida a árvore com o código autocolante do kit, sendo possível acompanhar o crescimento da árvore durante cinco anos em http://umaarvorepelafloresta.quercus.pt/. A árvore é plantada até à primavera do ano seguinte à compra do kit.

Os participantes na iniciativa são convidados a juntar-se às ações de plantação, em regime de voluntariado, mediante inscrição prévia no site http://umaarvorepelafloresta.quercus.pt/ ou através do e-mail voluntarios@quercus.pt. A plantação é organizada no terreno pela Quercus, em colaboração com o ICNF – Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.

A Blue Acres® Portugal participa nesta iniciativa

Se há coisas que não podemos mudar, haverá concerteza outras que podemos fazer. É uma questão de ATITUDE!

Um grande Bem Haja a esta iniciativa da Quercus e CTT. Parabéns!

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Os animais de estimação podem impedir o arrendamento de casas?

O artigo da Deco Alerta

A procura de casas para arrendar é hoje uma missão complicada, seja pela falta de oferta, seja pelos preços altos. Os animais domésticos podem ser mais um obstáculo neste processo? No artigo de hoje da rubrica semanal Deco Alerta, destinada a todos os consumidores em Portugal e assegurada pela Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor para o idealista/news explicamos o que podem ou não fazer senhorios e inquilinos no que respeita aos “amigos de quatro patas”.

Pergunto-vos se me podem recusar o arrendamento de um apartamento por ter 2 animais de estimação, mais concretamente dois cães.

A tua pergunta é muito pertinente e certamente interessa a muitos consumidores. Ainda há poucos dias se comemorou o dia do cão e este tema foi muito comentando e debatido. A nossa associação recebe com alguma regularidade dúvidas semelhantes à que nos coloca agora.

A não discriminação no acesso ao arrendamento está prevista no Código Civil: “ninguém pode ser discriminado no acesso ao arrendamento em razão de sexo, ascendência ou origem étnica, língua, território de origem, nacionalidade, religião, crença, convicções políticas ou ideológicas, género, orientação sexual, idade ou deficiência”. Contudo, a lei nada fala sobre os animais de estimação ou de companhia.

Já em 2017 tinha sido debatido um projeto-lei que visava assegurar a igualdade de acesso ao arrendamento a inquilinos com animais de companhia, mas foi rejeitado.

Portanto, e como esta situação não está abrangida pela mencionada previsão legal, o senhorio do apartamento que gostarias de arrendar poderá recusar contratar contigo.

Em vigor e sem alterações manteve-se a legislação que regula os animais de companhia em apartamentos. Isto é, não houve alteração quanto ao número máximo de animais permitido por habitação. Como referes ter dois cães, informamos-te que cada apartamento pode ter até três cães ou quatro gatos adultos, não podendo no total exceder quatro animais.

Mas podem existir exceções se, a pedido do proprietário e mediante parecer vinculativo do médico veterinário municipal e do delegado de saúde, for autorizado o alojamento até ao máximo de seis animais adultos. Também não mudam as normas que salvaguardam as regras básicas de higiene, sossego e boa vizinhança.

Atenção: se a assembleia de condóminos determinou previamente essa proibição significa que tem poderes em relação às zonas comuns do prédio, mas não em relação às habitações, uma vez que aí já estaria a interferir com o direito de propriedade de cada um.

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Hora de decorar a casa? Estas “apps” ajudam a criar um lar de sonho

Decorar a casa a teu gosto é um sonho, mas também pode ser uma verdadeira dor de cabeça. Desde os materiais aos móveis, há muitos detalhes aos quais é preciso prestar atenção. Procurar um profissional é uma boa hipótese, mas nem sempre está ao alcance de todos. E se te disséssemos que existem algumas “apps” preparadas para ajudar-te nessa tarefa? Hoje em dia a tecnologia consegue resolver tudo – ou quase, pelo menos. Há ferramentas que podem mesmo facilitar o dia a dia, em coisas tão simples como decorar a casa. Não sabes de que cor pintar as paredes? Onde colocar os móveis? O canal “Melhor que único” da Sábado, em parceria com a Unibanco, apresenta um conjunto de aplicações exclusivamente dedicadas a esse tipo de tarefas. Mostramos-te algumas.

CamToPlan

É uma espécie de régua/fita métrica virtual, que permite medir horizontal e verticalmente qualquer divisão da casa. É possível desenhar linhas de medição 3D e exportar o “projecto” em Pdf, Png e Dxf. 

Ikea Place

Com esta ferramenta os clientes poderão escolher um determinado produto da marca e colocá-lo num espaço à escolha, conseguindo ver a peça de mobiliário de diferentes perspectivas e até aproximar os objectos para ver o material em detalhe.

LiketoKnow.it

Esta ‘app’ é ideal para os fãs de redes sociais. Permite seguir os posts de vários Instagrammers especialistas em decoração e visualizar individualmente produtos que surgem nas imagens – ou seja, os produtos estão identificados em todas as fotos, sendo possível aceder directamente aos sites das marcas ou lojas onde é possível comprar os produtos.

Paint Tester

Tens dúvidas quanto à pintura das paredes? A verdade é que escolher a cor certa não é nada fácil. Com esta ferramenta poderás fazer ‘upload’ da foto da tua sala ou quarto e ‘pintá-la’ com várias cores.

Houzz

A Houzz tem uma das mais famosas ‘apps’ de design e decoração. Tem uma base de dados com milhões de imagens de inspiração organizadas por estilo, ambiente e localização.

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Todas as novidades que pode provar no restaurante da Pousada de Óbidos

O restaurante da Pousada Castelo de Óbidos tem uma nova carta com assinatura da chef Cláudia Santiago. Apesar de ter sido criada a partir de produtos frescos e locais, com uma grande variedade de peixe fresco e frutas da região oeste, também tem influências internacionais.

Bacalhau à El Rei D. Dinis (26€) e o tornedó de novilho com molho de chocolate negro e pimenta rosa (29€) são algumas das novas sugestões. Há ainda novidades nas sopas e entradas, como por exemplo: o gaspacho de maçã e aipo (6€); ou mil-folhas de legumes grelhados e telha de tapenade com nozes (9€).

As saladas, as massas e os pratos vegetarianos também têm novas opções. Prove a massa pappardelle com pesto de beterraba e manjericão (12€) ou o risotto de cogumelos e ervas aromáticas (17€). Para petiscar, há ceviche de cavala sobre maçã de Alcobaça marinada em sangria (11€) ou o tataki de atum com sésamo, mousse de caldeirada e geleia de pimentos (16€).

Como sobremesa, pode provar a pêra rocha do oeste com vinho da região e ginja de Óbidos (8€); e as Brisas do Lis (8,50€), um doce com receita original do Convento de Santana, em Leiria, feita pela primeira vez no século XV. A refeição pode ser complementada com a estadia na Pousada, um hotel histórico com 17 quartos e que se situa numa das 7 Maravilhas de Portugal, o Castelo de Óbidos.

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Ideias de decoração

Dicas para criar um jardim interior em casa

Actualmente, é cada vez mais importante ter um jardim interior em casa, seja por contribuir para a redução da pegada ecológica da casa, ou simplesmente por ser um espaço agradável, com uma vivência saudável e esteticamente aprazível. Um jardim interior poderá ser “aquilo” que faltava na tua casa.

Como decidir a área para o jardim interior?

No caso de existir essa possibilidade, é sempre aconselhável criar uma divisão na casa para criares o teu jardim interior. Deverá ser tida em conta a abundância de luz solar e o fácil acesso a um ponto de água. Se a tua casa tiver uma área pequena, poderás aproveitar um espaço que não esteja a ter uma utilização útil para criar um jardim interior. Por exemplo, um corredor demasiado longo, um espaço na sala que poderá ser organizado de outra forma ou até mesmo uma parede sem decorações podem ser locais perfeitos, desde que tenham uma grande incidência de luz solar. 

Tipos de jardins interiores

Existem diversas formas de criar um jardim interior adequadas às características de cada lar. No caso de uma casa com uma área mais extensa, poderás optar por um jardim horizontal com recurso a plantas de interior e acabamentos em materiais inertes, conhecidos pelas características de não se decomporem e de não sofrerem alteração da sua composição com o passar o tempo (por exemplo, seixos rolados de diferentes cores).

Já no caso de uma casa com uma área mais pequena, poderás considerar a criação de um jardim vertical, no qual é somente necessária uma parede não decorada.

Como delimitar o espaço do jardim interior

A delimitação do jardim interior pode ser feita de diversas maneiras, tendo sempre em atenção que os materiais utilizados para esse efeito devem ser impermeáveis, devido à necessidade de rega periódica do jardim. Antes da criação do jardim interior e, no caso de ser horizontal, é importante que toda a área seja impermeabilizada. Podem ser também utilizados lancis de diversos tipos de pedra, por exemplo mármore, de forma a delimitar a passagem entre o jardim interior e a restante área da divisão.

No caso de um jardim vertical interior, a delimitação será garantida pela estrutura de suporte do jardim. A estrutura poderá ser feita de diversos tipos de materiais, tais como madeira, plástico ou até mesmo metal.

Climatização na divisão

Deverás sempre criar o jardim interior numa divisão com uma temperatura amena e muita exposição solar, de forma a garantir a prosperidade do seu jardim. Aconselha-se a instalação de um sistema de rega automático, no caso das plantas escolhidas necessitarem de ser regadas todos os dias.

Que plantas a escolher

Para um jardim com manutenção reduzida, devem escolher-se plantas que necessitem de pouca água e de cuidados reduzidos. É ainda aconselhada a escolha de plantas adaptáveis ao interior, tais como cactos e suculentas. O jardim deverá, também, ser coberto por materiais inertes esteticamente agradáveis, tais como a casca de pinheiro ou seixos rolados de diferentes cores. Entre as plantas que necessitam de pouca água e reduzida manutenção destacam-se a Aloe Vera, a Língua de Sogra, o Cróton ou até mesmo a Palmeira-Leque.

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36º Festival do Vinho Português e 26ª Feira Nacional da Pera Rocha – Bombarral – 6 a 11 de Agosto

Festival do Vinho Português:

A importância da actividade agrícola no Bombarral estende-se pelos séculos, mantendo-se nos dias de hoje como um dos principais sectores económicos do nosso concelho. O sector vitivinícola era, no início do século XX, a actividade agrícola predominante, afirmando o Bombarral como uma das principais regiões vinhateiras, alcançando os seus vinhedos quase o estatuto de monocultura. Com o passar dos anos, este sector foi perdendo importância mas apesar de não ter a mesma preponderância económica de outros tempos, o Vinho continua a ser um dos principais atractivos do concelho do Bombarral, sendo a actividade valorizada e promovida por um prestigiado festival de âmbito nacional: o Festiva do Vinho Português. Trata-se do certame vitivinícola mais antigo do país e realiza-se anualmente no decorrer do mês de Julho/Agosto na Mata Municipal do Bombarral, um dos principais ex-libris do concelho. O certame foi criado nos anos 60, denominava-se 1º Festival-Exposição do Vinho Português e decorreu entre os dias 6 e 9 de Outubro desse ano. Realizando-se de forma não continuada durante alguns anos, foi a partir do ano de 1993, aquando da 10ª edição, que o certame se afirmou definitivamente passando a partir dessa data a realizar-se anualmente. De ano para ano o certame foi crescendo de forma sustentada, acabando por se afirmar em definitivo no panorama nacional, como um dos certames de promoção e divulgação dos vinhos nacionais. Este facto é comprovado pelo aumento de participantes e pelo elevado número de visitantes, que têm oportunidade de participar em provas de vinhos, comprar o melhores vinhos nacionais a preços mais convidativos, assistir a diversos espectáculos musicais e culturais e apreciar a gastronomia local nas tradicionais tasquinhas.

Feira Nacional da Pêra Rocha:

Actualmente, no concelho do Bombarral, a actividade agrícola dominante é a produção de Pêra Rocha. Tendo em atenção a importância deste sector para a economia do Concelho do Bombarral, e também da Região Oeste, em 1993 foi criada a Feira Nacional da Pêra Rocha. O certame nasce de uma proposta da Associação de Agricultores do Oeste, junto da Câmara Municipal do Bombarral, sendo organizada, até 1996, por uma comissão, constituída pela Câmara Municipal do Bombarral, Associação de Agricultores do Oeste, Cooperativa Agrícola do Bombarral, Associação Nacional da Pêra Rocha, Associação da Sociedade de Agricultura de Grupo e Associação Interprofissional para a Criação de Marcas Colectivas. A partir desta data, devido a algum desinteresse por parte desta comissão, a Associação de Agricultores do Oeste assumiu sozinha a organização do certame, realizando um protocolo com a Câmara Municipal do Bombarral, onde esta se comprometeu em fornecer apoio logístico e financeiro. Passou a chamar-se Feira Nacional da Pêra Rocha – Mostra de Artesanato Doçaria e Gastronomia Regional, uma vez que foram introduzidas inovações ao nível do artesanato, doçaria e gastronomia regional. Actualmente é o principal laço promocional que liga a Pêra Rocha, ao seu solar natural, o concelho do Bombarral, onde existem os seus primeiros pomares, com mais de 50 anos. Este certame, promove a rainha da fruticultura Portuguesa a “Pêra Rocha”, mas também os produtos agrícolas frescos em geral. Actualmente, é uma das melhores Mostras de Artesanato, Doçaria e Gastronomia Regional a nível nacional. Para além do seu grande valor nutritivo através do consumo em fresco, a Pêra Rocha detém igualmente extraordinárias potencialidades para o seu uso na produção de doces e licores de produção artesanal, os quais podem ser encontrados neste certame.

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Casas dos centros históricos vão ficar isentas de IMI

Boas notícias quando se fala de Impostos

As casas localizadas nos centros históricos classificadas pela Unesco vão ficar isentas de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), pondo assim fim a dúvidas que se arrastavam há dez anos. Estão abrangidas várias cidades do país e as Finanças já começaram a ser notificadas.

A aguardar os efeitos práticos

Há uma década que os moradores dos centros históricos eram obrigados a recorrer aos tribunais para ficarem isentos do pagamento de IMI mas, agora, essa dúvida fica esclarecida.

Entre as isenções, naturalmente Óbidos

Foi enviada aos departamentos de Finanças uma circular que determina esta isenção. Entre as cidades abrangidas estão Guimarães, Porto, Óbidos, Sintra, Elvas, Évora e Angra do Heroísmo.

De milhão em milhão…

De acordo com a RTP, os centros históricos classificados pela Unesco têm cerca de 20 mil edifícios e, nos últimos dez anos, as receitas de IMI cobradas indevidamente representam 5 milhões de euros de receita anual para as câmaras municipais.

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