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Começa já amanhã! Festival da Sardinha, em Peniche

Um povo, uma tradição

O Festival da Sardinha – Saberes e Sabores de Peniche, que marca o arranque oficial da Festa em Honra de Nossa Senhora da Boa Viagem, realiza-se 12 e 14 de Julho, na marina de Peniche, com animação, gastronomia e artesanato.

Comer até não mais poder

A sardinha, ingrediente principal do certame, promete atrair até ao espaço muitos apreciadores que, por um preço fixo, poderão comer sardinha à descrição.

5 motivos para comer mais sardinha

1. Riquíssima em Ômega-3

2. Tem mais Cálcio do que o leite

3. É fonte de Vitamina D

4. Oferece tantas Proteínas quanto a carne vermelha

5. Protege naturalmente o cérebro

Blue Acres® Portugal sugere consideração a este artigo, na Costa de PrataOeste de Portugal. A Silver Coast, famosa pelas praias de PenicheBaleal, Foz do Arelho, entre outras, conhecidas pela prática de desportos como surfkitesurfwindsurfjet ski e ainda as actividades de mergulhopesca desportivapesca submarina, etc. A acrescentar, o belíssimo arquipélago das Ilhas BerlengasEstelas e Farilhões que, desde 30 de Junho de 2011 foi considerada Reserva Mundial da Biosfera pela UNESCO, tornando-se Reserva Natural das Berlengas. Também de salientar a beleza pré-histórica do Castelo de Óbidos, a dinâmica diária do mercado da “Praça da Fruta” de Caldas da Rainhae a Lagoa de Óbidos, influente e marcante na ecologia local. Lembre-se que a Blue Acres® Portugal media a compra e venda de propriedades nesta região. Moradiasapartamentosterrenosprédios, etc. Caso o imóvel que procura não se encontre listado neste site, não hesite em contactar-nos: T. 917 440 326 | info@blueacres.pt

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Tudo sobre os seguros a contratar na hora de pedir crédito para comprar casa

Vou contratar um crédito para comprar a minha futura casa. Comecei por fazer pesquisa em vários bancos e em todos me foi dito que tinha de contratar dois seguros: o seguro de vida habitação e o seguro multirriscos habitação. É mesmo necessário fazê-lo?

Todos os bancos ou instituições de crédito referem aos futuros clientes de crédito à habitação essa obrigatoriedade de contratar os seguros de vida habitação e multi-riscos habitação. O seguro de vida tem como principal finalidade proteger os titulares do crédito habitação e a sua família em caso de morte ou invalidez, mas não é um seguro obrigatório por lei. No entanto,  no crédito à habitação a lei prevê que, como reforço da garantia, ou seja da hipoteca, a instituição de crédito possa solicitar a sua contratação. Portanto, este seguro evita a possibilidade de perda da habitação por morte ou invalidez de um dos elementos do agregado, garantindo a liquidação da dívida ao banco, acautelando o equilíbrio financeiro das famílias. Neste caso, o capital seguro deve corresponder ao capital em dívida no banco. As seguradoras são obrigadas a actualizar o capital do seguro com a mesma periodicidade da amortização do crédito (regra geral, mensalmente).

Já tenho um crédito habitação. Quais as possibilidades restantes?

Se já tens um empréstimo e queres verificar se compensa transferir o seguro de vida para uma outra seguradora deves começar por perguntar ao banco qual o efeito da mudança. Tudo depende do contrato que assinaste e caso este passe por um aumento do spread, pede o novo valor e uma simulação da nova prestação. Atenção: o banco só pode agravar o spread se no contrato estiver prevista essa possibilidade.

Quais as minhas obrigações?

Quando se compra um imóvel em regime de propriedade horizontal, os compradores são obrigados por lei a contratar um seguro de incêndio, para proteger a casa de eventuais danos causados pelo incêndio. Assim, por norma o banco exige a contratação do seguro multi-riscos, que é um seguro mais abrangente, incluindo coberturas para outras catástrofes, além do incêndio, como sejam inundações, roubo, aluimento de terras e tempestades.

O que devo analisar antes de decidir?

Antes de decidires avançar para a contratação desses seguros tem em consideração:

  • Quais as coberturas;
  • Quais as exclusões;
  • As franquias, se existirem;
  • Qual o capital seguro;
  • Qual o valor do prémio.

Conselho de amigo!

Para teres a certeza que escolhes o melhor seguro de vida e o melhor seguro multi-riscos deverás sempre fazer várias simulações. Lembra-te que o principal objectivo da contratação destes seguros é garantir maior protecção e segurança a ti e à tua família no caso de ocorrer algum imprevisto.

Blue Acres® Portugal sugere consideração a este artigo, na Costa de PrataOeste de Portugal. A Silver Coast, famosa pelas praias de PenicheBaleal, Foz do Arelho, entre outras, conhecidas pela prática de desportos como surfkitesurfwindsurfjet ski e ainda as actividades de mergulhopesca desportivapesca submarina, etc. A acrescentar, o belíssimo arquipélago das Ilhas BerlengasEstelas e Farilhões que, desde 30 de Junho de 2011 foi considerada Reserva Mundial da Biosfera pela UNESCO, tornando-se Reserva Natural das Berlengas. Também de salientar a beleza pré-histórica do Castelo de Óbidos, a dinâmica diária do mercado da “Praça da Fruta” de Caldas da Rainhae a Lagoa de Óbidos, influente e marcante na ecologia local. Lembre-se que a Blue Acres® Portugal media a compra e venda de propriedades nesta região. Moradiasapartamentosterrenosprédios, etc. Caso o imóvel que procura não se encontre listado neste site, não hesite em contactar-nos: T. 917 440 326 | info@blueacres.pt

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Olá verão: estas dicas prometem refrescar a casa

Podem dar-me alguns conselhos para refrescar a casa?

Nada como fechar portas e correr os estores, persianas ou portadas durante o período de sol forte. Poderás optar por colocar plantas altas perto das janelas, pois também ajudam a criar sombra. Com estes gestos, vais poupar cerca de 30% de energia.

Arejar a casa é fundamental

À noite, sugerimos que abras as janelas opostas para criar correntes de ar e refrescar o interior da casa. Ao arrefecer as paredes, a casa resiste melhor às elevadas temperaturas durante o dia. Se possível, e para conseguires a renovação de ar necessária em todas as divisões, repete a operação várias vezes ao dia, em períodos de menos calor.

Combinações que resultam

O ideal é combinar arejamento intensivo periódico com técnicas de ventilação. O ar deve entrar através das divisões principais (quartos e salas) e sair pelas de serviço (cozinha e casa de banho). A comunicação também é feita por debaixo das portas ou através de grelhas, portanto não bloqueies a passagem com tapetes.

Quando o calor aperta

Nas horas mais quentes, foge de tarefas que produzam calor e vapor, como seja cozinhar, passar a ferro, fumar e utilizar pinturas ou colas. Evita ligar muitos aparelhos em simultâneo, como lâmpadas, televisores e computadores. 

Investimento a longo prazo

Mas se estas dicas não conseguirem fazer face ao verão, poderás investir em equipamentos (aparelhos de ar condicionado, ventoinhas ou ventiladores.). Numa perspectiva futura e de acordo com o orçamento disponível, sugerimos-te ainda algumas mudanças mais estruturais, como por exemplo intervenções ao nível da construção.

E ainda outros truques

Podes melhorar a ventilação com aberturas nas caixas dos estores. Opta por modelos autorreguláveis, cujas lâminas abrem e fecham mediante a velocidade do vento. Podes ainda colocar extratores nas janelas da cozinha, chaminé do fogão e casa de banho, ou no caso se ser um prédio opta por um extrator (girândola) no final da conduta. Mas precisas do acordo dos vizinhos.

Blue Acres® Portugal sugere consideração a este artigo, na Costa de PrataOeste de Portugal. A Silver Coast, famosa pelas praias de PenicheBaleal, Foz do Arelho, entre outras, conhecidas pela prática de desportos como surfkitesurfwindsurfjet ski e ainda as actividades de mergulhopesca desportivapesca submarina, etc. A acrescentar, o belíssimo arquipélago das Ilhas BerlengasEstelas e Farilhões que, desde 30 de Junho de 2011 foi considerada Reserva Mundial da Biosfera pela UNESCO, tornando-se Reserva Natural das Berlengas. Também de salientar a beleza pré-histórica do Castelo de Óbidos, a dinâmica diária do mercado da “Praça da Fruta” de Caldas da Rainhae a Lagoa de Óbidos, influente e marcante na ecologia local. Lembre-se que a Blue Acres® Portugal media a compra e venda de propriedades nesta região. Moradiasapartamentosterrenosprédios, etc. Caso o imóvel que procura não se encontre listado neste site, não hesite em contactar-nos: T. 917 440 326 | info@blueacres.pt

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As melhores praias de Portugal com Bandeira Azul

Praia de Odeceixe – Aljezur

Um dos melhores planos para um verão em grande é percorrer de cima a baixo a costa alentejana e Vicentina. Se o fizeres, não podes deixar de parar em Odeceixe, Aljezur. Esta vila, cobiçada por muitos na época estival, oferece o melhor do Alentejo. Boa gastronomia, tranquilidade e praia. A praia de Odeceixe tem um mar límpido e tranquilo, um areal fino e vistas magníficas, graças às falésias que a rodeiam. Se este é o teu destino, não te esqueças que o interior desta região também é deslumbrante. Recomendamos-te, por isso, que te aventures pelo Alentejo profundo e descubras a autenticidade do povo alentejano.

Praia de Fontinha – Porto Santo

A ilha de Porto Santo, na Madeira, é um paraíso na Terra e uma das suas praias mais espetaculares é a Praia da Fontinha, a mais próxima do principal núcleo urbano da ilha. O areal estende-se por nove quilómetros, a areia dourada de natureza carbonatada e biogénica oferece uma teor terapêutico e a água límpida de tom turquesa seduzir-te-á de tal forma que não resistirás dar um mergulho.

Praia de Caminha – Caminha

Quando se fala de praia, o Norte de Portugal é normalmente ignorado, mas para contrariar esta tendência dedicamos o número três da nossa lista a este lugar maravilhoso, localizado no Minho. Na freguesia de Caminha, a poucos quilómetros de Espanha, esta praia de areia branca faz as delícias de milhares de pessoasPodes explorar esta praia de todas as formas e feitios: poderás visitar a praia a pé ou, pela ecovia, poderás desfrutar da brisa enquanto realizas um deslumbrante passeio de bicicleta à beira-mar. Para rematar, se gostas de zonas verdes não ficarás desiludido ao explorar a tranquila Mata do Camarido, que se encontra mesmo ao lado.

Praia da Comporta – Comporta

Também na Costa Azul, entre o Rio Tejo e Sines, podemos encontrar uma das mais procuradas do país: a praia da Comporta. O seu areal fino e extenso combina-se com um sistema dunar de grande interesse paisagístico e ambiental, criando um ambiente espectacular para quem procura a melhor praia deste verão. Se procuras mais sossego, não muito longe da Comporta poderás encontrar a Praia de Galapinhos, que já foi considerada a melhor praia da Europa e que é o destino perfeito para quem procura tranquilidade.

Praia do Camilo – Lagos

Na região do Algarve, na cidade de Lagos, encontra-se uma das praias mais bonitas do Sul do país, a Praia do Camilo. A dimensão da praia é bastante reduzida, mas aquilo que lhe falta em tamanho compensa com a sua magnífica paisagem. O acesso pedonal é realizado por uma escadaria com mais de 200 degraus, mas antes de dares o primeiro passo em direcção ao oceano contempla a paisagem. Se não o fizeres não te preocupes, porque enquanto realizas a tua viagem heróica até ao areal terás vários patamares de descanso onde poderás aproveitar as vistas de cortar a respiração.

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23ª edição do Caldas Late Night mostrou criatividade artística

Onde e quando teve o seu início

O Caldas Late Night (CLN) é um evento artístico sem fins lucrativos. A sua 1ª edição aconteceu em 1996 quando um grupo de alunos da Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha (ESAD.CR) decidiu abrir as portas das suas casas para mostrar os seus trabalhos fora do recinto escolar. Agora já vai na 23ª edição e assim se mantém a tradição.

A festa vai começar

Durante três dias as Caldas da Rainha encheram-se de pessoas com um mapa na mão à procura de casas e ruas onde havia de tudo, desde exposições, performances, concertos, instalações e festas.  O evento começou na passada quinta-feira, com a procissão. Esta consistia num desfile pela cidade onde cada um levava um ou mais objetos que permitissem a emissão de algum som para acompanhar cânticos da celebração em honra do CLN. Com começo agendado às dez da noite junto ao coreto do Parque D. Carlos I e apesar de apenas estarem presentes cerca de trinta pessoas, esta procissão ficou marcada por muita diversão e boa disposição.

Alguns testemunhos

Na casa 12, na Rua Francisco Sá Carneiro nº1, 3º Dto, intitulada “5entidos”, foi possível apreciar exposições, performances (teatro e body painting), música ao vivo, curtas-metragens, magic food, artesanato e um turbilhão de sensações.  “Adorei o CLN e toda a experiência devo admitir que superou as minhas expectativas. Abrir a casa foi uma experiência que vou repetir, foi ótimo deu para conhecer pessoas com várias perspectivas artísticas, o que para nós é ótimo enquanto novos artistas termos um feedback e uma opinião mais experiente acerca dos nossos trabalhos e da arte no seu geral”, referiu Erica Pimentel, aluna da ESAD.CR. No ponto 14, Casa Aberta, nos Silos, houve a oportunidade das pessoas fazerem uma flash tattoo com Karusemfoco, Creating Daisy, Cabeça de Martelo e Pakistan, assim como body piercing. Para além disso houve uma feira de autor, exposições de diferentes artistas, bem como outras atividades, um bar, local para descansar e vários concertos. O evento não é só feito dos caldenses, são muitas as pessoas que vêm de outras cidades para visitar as Caldas da Rainha durante estes três dias. Entre elas encontrava-se João Mauricio, residente em Pinhel, na Guarda.”Foi o primeiro ano que vim ao CLN e superou por completo as minhas expectativas, com toda a cidade unida para se comemorar a arte e a cultura. Foi possível visitar o interior de casas e outros espaços da cidade, onde estava todo o tipo de arte, desde escultura, pintura, fotografia, música, entre muito mais! Um ambiente espetacular, é certamente uma experiência a repetir e a qual eu recomendo vivamente para quem é um amante das artes“, declarou.

Largo do Hospital termal invadido por almofadas 

No sábado, por volta das 17h, juntou-se um grupo de pessoas no Largo do Hospital Termal, para mais uma edição da Pillow Fight (Guerra de Almofadas). O objetivo é todos os anos juntar pessoas para interagirem umas com as outras e, principalmente, se divertirem.  A Pillow Fight já existe há mais de dez anos, quando a Vodafone teve uma campanha com anúncios televisivos que mostravam guerras de almofadas, então o CLN optou pela mesma ideia e até hoje é um dos eventos mais conhecidos do programa de atividades. A festa final decorreu na Avenida Dobrynine e não escapou à variedade artística. Com três palcos, um deles com hip hop e drum n bass com os artistas Benny Broker, Uno, Pilha aka Urso Pardrado, Plunda Phonikz e o Konnect Showcase que juntava três artistas, Solar, Fragz e Striker. O segundo palco recebeu Afro, Dub Reggae e Techno com os artistas Lima Estrela, Raspect SunRoots SoulJah, Enkõ b2b intmprl e VIL. O último palco apresentava World Music e Rock com os artistas Pardal, Wakadelics, In-The-Cisos e o Triplo Dj Set com os artistas Straycat, New Illustractor e Strange. O público aproveitou toda a variedade e com boa disposição a festa durou da meia noite até às seis da manhã.

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Feedback loop? Sem querer, Banco de Portugal está a travar o preço das casas

Uma recomendação que fez toda a diferença

O Banco de Portugal quis travar a loucura na concessão de crédito. Decidiu por isso emitir uma recomendação que se não fosse acatada pelos bancos passava a regra e com coimas para os infratores. Os bancos parecem estar sido “bons alunos”, já que nove meses após a entrada em vigor, a entidade liderada por Carlos Costa faz um balanço positivo da forma como implementaram a medida. E como esta acabou por ter impacto nos preços do mercado imobiliário.

A medida que está quase a fazer 1 ano

Foi a 1 de Julho de 2018 que entrou em vigor a medida macroprudencial do Banco de Portugal, popularmente conhecida como travão ao crédito, que teve como objetivo prevenir riscos para os bancos, situações de sobreendividamento das famílias e riscos para a economia. A recomendação visou que os bancos respeitassem três tipos de limites na hora de darem crédito, tendo como principal foco o financiamento para a compra de casa cujos níveis de concessão não paravam de crescer. Designadamente, um teto para o rácio entre o montante do financiamento face ao valor do imóvel que serve de garantia (LTV), um limite máximo para o rácio entre os encargos com créditos e o rendimento familiar (taxa de esforço), bem como uma limitação à maturidade dos empréstimos.

A estratégia de implementação

Nas três frentes de atuação, o Banco de Portugal detetou melhorias e a orientação dos bancos rumo aos objetivos traçados. Deixaram de ser dados créditos correspondentes a 100% do valor do imóvel, deixaram de existir ainda financiamentos com prazos acima de 40 anos e a taxa de esforço também convergiu rumo ao estipulado. Daí resultou que entre Julho de 2018 e Março de 2019, a percentagem de empréstimos para a compra de casa com perfil de risco mais elevado se tenha reduzido de 35% para 9%.

A “causa” e o “efeito”

Ao mesmo tempo que melhora o perfil de risco associado aos empréstimos às famílias, a entrada em vigor da recomendação do Banco de Portugal também pode ter um impacto positivo no mercado imobiliário, ajudando a travar a subida dos preços. Ou seja, mitigando o feedback loop entre o crédito e os preços do imobiliário, como o próprio banco central classifica. “A medida [recomendação do Banco de Portugal] não pretende influenciar os desenvolvimentos do mercado imobiliário per se, podendo, no entanto, ter um efeito mitigador do potencial risco de feedback loop entre o crédito concedido internamente e os preços do imobiliário”, concretiza o banco central no relatório de acompanhamento da recomendação macroprudencial sobre novos créditos a consumidores. Mas o que é o feedback loop e de que forma este pode ser mitigado? O feedback loop é um canal ou caminho formado por um “efeito” que retorna sempre à sua “causa”, gerando um impacto cada vez mais positivo ou cada vez mais negativo consoante o sentido da relação criada.

As conclusões após a medida

No caso concreto do referido pelo Banco de Portugal, a recomendação macroprudencial incide sobre o crédito e não permite controlar a evolução dos preços do mercado imobiliário. Mas ao estabelecer um conjunto de limites que se auto-reforçam, a medida pode ajudar a mitigar o risco de a situação do mercado imobiliário sobreaquecido se transmitir ao mercado de crédito, e de o próprio mercado de crédito validar essa subida de preços e depois estimular o próprio mercado imobiliário pela via do crédito. Ou seja, entrando num ciclo vicioso, e induzindo numa bolha nos preços do imobiliário. Apesar de o Banco de Portugal não usar a palavra “bolha” no mercado imobiliário nacional, já falou em sinais de sobrevalorização nos preços das casas em Portugal “ainda que limitados”. A chamada de atenção foi feita no seu Relatório de Estabilidade Financeira divulgado no final do ano, mas desapareceu nas publicações mais recentes.

E a consequente desaceleração

No ano passado, os preços das casas continuaram a crescer em Portugal, mas na fase final do ano já foi notória uma desaceleração do ritmo de subida. No quarto trimestre do ano, os preços subiram 9,3% aquém da subida de 10,5% registada no mesmo trimestre de 2017. A mesma tendência de desaceleração também tem sido notória no que respeita à concessão de crédito para a aquisição de casa. Os últimos dados disponíveis mostram que nos primeiros três meses de 2019, os bancos concederam 2.351 milhões de euros para a compra de habitação, 7,5% acima do mesmo período de 2018, mas aquém o crescimento de 21% verificado entre o primeiro trimestre de 2017 e 2018.

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Inscrições abertas para voluntários reabilitarem casas de famílias mais carenciadas

O Programa Re-Habitar, em Óbidos

O Município de Óbidos, através do seu Programa Re-Habitar, vai, tal como aconteceu em anos anteriores, proceder à reabilitação de mais quatro habitações de famílias com necessidades especiais. Para o efeito, em parceria com a Associação Just a Change, está a organizar um campo de voluntariado internacional, em Óbidos.

Quem somos

A Just a Change é uma Associação Sem Fins Lucrativos que reabilita casas de pessoas carenciadas e que tem vindo a articular o seu princípio de intervenção com o programa Re-Habitar do Município de Óbidos, tendo como principal objetivo a luta contra a pobreza habitacional em Portugal, mobilizando todos os recursos necessários à execução de obras, nomeadamente através da mobilização de jovens voluntários, no sentido de devolver dignidade habitacional às famílias mais necessitadas.

Quando e como

Óbidos será novamente palco de um campo composto por voluntários vindos de todo o Mundo. Este campo acontecerá de 13 a 25 de agosto e serão reabilitadas quatro habitações, com cerca de 40 voluntários. A inscrição no campo de voluntariado internacional em Óbidos poderá ser feita através deste link: https://justachange.secure.force.com/ProjectApplication?id=7010N000000GywS

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Quem tem isenção de IMI em 2019?

1. Imóveis para habitação própria e permanente

Quem adquira um imóvel para habitação própria e permanente, de VPT não superior a € 125.000, e tiver um rendimento conjunto do agregado familiar inferior a € 153.300, tem direito a uma isenção automática de IMI. Esta isenção é temporária, isto é, só é concedida por 3 anos. Segundo o art. 46.º do EBF, também podem beneficiar desta isenção os proprietários de imóveis destinados a habitação própria e permanente que tenham sido construídos, ampliados ou melhorados. Neste caso, o contribuinte tem de entregar nas Finanças um requerimento documentado, comprovando a situação, para que a isenção possa ser reconhecida.

2. Imóveis de baixo valor e famílias com baixos rendimentos

A lei atribui uma isenção de IMI aos proprietários detentores de imóveis cujo VPT seja inferior a € 66.500, desde que o agregado familiar não tenha um rendimento bruto superior a € 15.295. Os imóveis têm de ser destinados a habitação própria e permanente do proprietário e da sua família. Esta isenção não tem limitação temporal. Na verdade, o que o artigo 11.º-A do Código do IMI diz é que o VPT tem de ser inferior a 10 x IAS x 14 e que o rendimento bruto não pode ser superior a 2,3 x IAS x 14. No entanto, até que o IAS (€ 435,76 em 2019) atinja o mesmo valor que o salário mínimo de 2010 (€ 475), as contas fazem-se utilizando este último valor como referências aos invés do IAS em vigor.

Tenho de pedir a isenção?

Não. Esta isenção é automática. Como os rendimentos do agregado familiar que servem de referência para o cálculo da isenção são os do ano anterior àquele a que respeita a isenção de IMI, as Finanças conseguem apurar, sem intervenção do contribuinte, se o imóvel e o agregado familiar estão em condições de beneficiar da isenção.

Quem é excluído desta isenção?

Os prédios pertencentes a sujeitos passivos não residentes não podem beneficiar desta isenção. Também os contribuintes que não tenham cumprido as suas obrigações declarativas em sede de IRS e de IMI ficam privados da isenção. Os idosos a residir em lar de 3ª idade só podem beneficiar da isenção se fizerem prova, junto das Finanças, que o imóvel era utilizado para sua habitação própria e permanente antes de integrarem o lar.

3. Prédios urbanos para reabilitação

Os prédios urbanos ou frações autónomas concluídos há mais de 30 anos ou localizados em áreas de reabilitação urbana, podem ficar isentos de IMI, durante 3 anos, mediante o cumprimento de várias regras e desde que a autarquia reconheça a intervenção de reabilitação. A isenção pode ser renovada, a requerimento do proprietário, por mais 5 anos, no caso de imóveis afetos a arrendamento para habitação permanente ou a habitação própria e permanente.

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As despesas na compra de casa – desde impostos ao notário, e outros gastos

Não recorrendo ao crédito à habitação, eis as despesas com a compra de uma casa para habitação própria e permanente

Poderás contar logo com as seguintes despesas: gastos notariais e de registo, o imposto municipal sobre as transmissões onerosas de imóveis (IMT) e o imposto de selo sobre o valor da aquisição. Antes mesmo de realizar a escritura do imóvel, terás de tratar dos pagamentos dos impostos, despesas que estão tabeladas, e dos registos. É fundamental que tenhas contigo no dia da escritura os comprovativos do pagamento dessas despesas. Sem eles não poderás fazer a escritura da casa. 

Portanto, antes da escritura, existem os seguintes custos

  • IMT (Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis) – sempre que existe uma mudança de proprietários de um imóvel, isto é, sempre que haja efetivamente uma compra. O cálculo deste imposto varia consoante o tipo de imóvel (urbano ou rústico), a localização (Continente ou Regiões Autónomas) e a finalidade (Habitação Própria Permanente ou Secundária). Este cálculo incide sobre o maior dos dois valores: valor patrimonial tributário do imóvel ou sobre o valor declarado na escritura de compra e venda. Sobre o maior destes dois valores é aplicada uma taxa que é estabelecida anualmente no Orçamento de Estado. Não te esqueças: tem de ser pago antes da escritura de compra e venda e as guias para pagamento podem ser obtidas online ou numa repartição de Finanças. 
  • Imposto de Selo – Existem dois tipos – um deles relativo à compra e venda, que corresponde a uma taxa de 0,8% sobre o valor de aquisição do imóvel, que consta na Escritura;  o outro aplicado ao empréstimo do crédito á habitação, que portanto não diz respeito à tua situação.  
  • IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis) – imposto de pagamento anual, calculado com base no valor patrimonial tributário dos imóveis situados em território nacional, ao qual é aplicada uma taxa. Atenção à possibilidade de isenção de IMI. Esta aplica-se a imóveis para habitação própria e permanente, o teu caso, devendo ser solicitada no período de 60 dias após a afetação. O mesmo sujeito passivo só poderá pedir a isenção, se não tiver nenhuma outra isenção de IMI a decorrer e caso não tenha solicitado a isenção mais do que duas vezes.  

Continuando a responder sobre os custos com a compra, e ainda no que se refere aos gastos antes da escritura, apontamos as seguintes despesas

  • Registo de Aquisição – poderás optar por um dos procedimentos mais comuns: programa Casa Pronta (uma iniciativa do Estado) e o programa Casa Simples, Casa Segura (uma iniciativa dos Notários). Nestes dois balcões, é possível centralizar todo o processo numa só entidade, pagar os impostos, celebrar o contrato de compra e venda e fazer todos os registos necessários.
  • Se escolheres formalizar o teu contrato em Conservatória do Registo Predial, no chamado Procedimento Casa Pronta, os custos englobarão a escritura de aquisição (mútuo se existir) e os respetivos registos (no teu caso de aquisição). Finda a escritura terás os registos já devidamente lavrado.
  • Se optares por fazer a escritura no Cartório Notarial, terás os custos com os honorários que o cartório irá cobrar pela preparação e outorga da escritura, atos notariais diversos e os custos com os registos. Nos Cartórios que formalizem as escrituras no chamado Procedimento Casa Simples, Casa Segura, é o Notário quem fica responsável pela entrada dos registos de aquisição e hipoteca, fiança, caso haja lugar aos mesmos. Esses registos são feitos em regra online e podem demorar a ficar lavrados até 10 dias úteis a contar do dia da entrada dos mesmos.
  • Certidão de Registo Predial – esta certidão, que inclui com todas as inscrições e descrições prediais em vigor, pode ser obtida online ou num Balcão da Conservatória do Registo Predial. Em ambos os casos a sua validade é de 6 meses, no entanto, caso te decidas pelo pedido online da certidão o custo é inferior.

Não existindo empréstimo bancário, haverá no entanto outras despesas após a escritura

Para quem compra casa as despesas não se ficam pelo dia da escritura, mensalmente ou pontualmente haverá despesas relacionadas com a casa, podemos aqui enumerar algumas: condomínio (caso escolhas comprar um apartamento), impostos e taxas como o IMI (quando terminar o período de isenção) e, claro, as despesas domésticas (eletricidade, água, gás, esgotos, …). Se conseguires vender o teu apartamento por um valor superior ao preço de compra terás de pagar a chamada mais-valia. Porém, referes que tens a intenção de vender a tua casa para comprar outra. Ora, a lei estabelece precisamente como isenção do pagamento das mais-valias, a situação em que o dinheiro da venda é aplicado na compra de habitação própria permanente. Aproveitamos esta oportunidade para informar que outra isenção é a relativa à data da compra do imóvel. Se essa compra ocorreu até 1989 a lei prevê a isenção desta tributação. Mas como se calcula o valor a pagar de mais-valias? Em primeiro lugar há que ter presente a data de compra da casa, já que é fundamental para esse cálculo. Quanto mais antiga for, maior é a correção ao valor de compra e menor a menos-valia. Em segundo lugar, o consumidor deve ter informação sobre os gastos que teve com o imóvel, como obras e comissões de compra e venda pagas a imobiliárias, pois estes serão deduzidos. Caso não haja ajustes ao valor da compra, o valor máximo da mais-valia tributável é 50% da diferença entre preço da venda e da compra, deduzidos os custos.

A Blue Acres® Portugal sugere consideração a este artigo, na Costa de PrataOeste de Portugal. A Silver Coast, famosa pelas praias de PenicheBaleal, Foz do Arelho, entre outras, conhecidas pela prática de desportos como surfkitesurfwindsurfjet ski e ainda as actividades de mergulhopesca desportivapesca submarina, etc. A acrescentar, o belíssimo arquipélago das Ilhas BerlengasEstelas e Farilhões que, desde 30 de Junho de 2011 foi considerada Reserva Mundial da Biosfera pela UNESCO, tornando-se Reserva Natural das Berlengas. Também de salientar a beleza pré-histórica do Castelo de Óbidos, a dinâmica diária do mercado da “Praça da Fruta” de Caldas da Rainhae a Lagoa de Óbidos, influente e marcante na ecologia local. Lembre-se que a Blue Acres® Portugalmedia a compra e venda de propriedades nesta região.Moradiasapartamentosterrenosprédios, etc. Caso o imóvel que procura não se encontre listado neste site, não hesite em contactar-nos: T. 917 440 326 | info@blueacres.pt

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Eis o arranha-céus de madeira mais alto do mundo

A revalorização da madeira na construção

A madeira tem sido um dos materiais mais utilizados na construção ao longo da história, pelo baixo custo e facilidade de trabalhá-la. No entanto, com a Revolução Industrial, passou para segundo plano, com a força de novos materiais, como ferro, aço e, posteriormente, cimento, a mostrarem-se mais resistentes e adequados para uma nova era da indústria. Agora, muitas décadas depois, as mudanças tecnológicas e a preocupação com o meio ambiente revalorizaram a madeira como material de grande importância. Tão bem-sucedido que já existem arranha-céus construídos com este material. O mais recente foi erguido na Noruega, e detém o título de edifício mais alto do mundo construído com este material.

Um símbolo ecológico

Em Março passado, a arquitetura europeia ganhou um novo marco, desta vez na fria Noruega. Com a conclusão da Torre Mjosa em Brumunddal, a cerca de 110 quilómetros de Oslo, o país escandinavo conta agora com a maior construção em madeira do mundo, projetada por Voll Arkitekter. As medidas são assustadoras: os 18 andares ultrapassam os 85,4 metros de altura. Segue à frente do edifício HoHo Wien na Áustria (84 metros) e do Mosteiro Peri-Săpânţa Mosteiro na Roménia (75 metros).

Algumas particularidades

Sendo um edifício de madeira, a segurança contra incêndio foi uma das principais preocupações dos seus criadores durante o processo de design. Tem todas as medidas de segurança necessárias contra este perigo: foi construído com materiais capazes de suportar um fogo até 90 minutos antes de destruir-se. A madeira utilizada é conhecida como Kerto LVL, um ambiente material muito amigo do meio ambiente. Embora o esqueleto e a fachada do edifício tenham sido construídos com madeira, nos andares superiores, onde estão localizados os apartamentos, também foi utilizado cimento.

A Blue Acres® Portugal sugere consideração a este artigo, na Costa de PrataOeste de Portugal. A Silver Coast, famosa pelas praias de PenicheBaleal, Foz do Arelho, entre outras, conhecidas pela prática de desportos como surfkitesurfwindsurfjet ski e ainda as actividades de mergulhopesca desportivapesca submarina, etc. A acrescentar, o belíssimo arquipélago das Ilhas BerlengasEstelas e Farilhões que, desde 30 de Junho de 2011 foi considerada Reserva Mundial da Biosfera pela UNESCO, tornando-se Reserva Natural das Berlengas. Também de salientar a beleza pré-histórica do Castelo de Óbidos, a dinâmica diária do mercado da “Praça da Fruta” de Caldas da Rainhae a Lagoa de Óbidos, influente e marcante na ecologia local. Lembre-se que a Blue Acres® Portugalmedia a compra e venda de propriedades nesta região.Moradiasapartamentosterrenosprédios, etc. Caso o imóvel que procura não se encontre listado neste site, não hesite em contactar-nos: T. 917 440 326 | info@blueacres.pt